quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Piadas....Mall...

Depois de uma festa, o cara leva a namorada de volta pra casa. Ela morava em uma rua bem tranquila e ele teve uma idéia genial.
Apoiou a mão no muro e pediu, com voz bem melosa:

— Amorzinho... Só pra fechar a noite com chave de ouro, faz um boquete rapidinho!
— O quê? Na frente da minha casa? Você tá louco?
— Ah, lindinha... Tá todo mundo dormindo...
— E se algum vizinho estiver acordado?
— Ah, olha só, amor... Tá tudo escuro... Não tem ninguém na rua! Faz um boquete pra mim, faz... Não vamos perder essa oportunidade!

Ela já estava quase concordando quando de repente sua irmã aparece no portão, de pijama.

— Er, Carolzinha! — diz a namorada, assustada. — O que você táfazendo acordada?

— O papai falou pra eu pedir pra você fazer logo esse boquete ou, se você não quiser, para eu fazer, mas, por favor, pede pro seu namorado tirar a mão do interfone que a gente tá querendo dormir!

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Joãozinho

A professora falou pros alunos pedirem pros seus pais alguma coisa pra uma aula sobre saúde.
No dia seguinte:
-Maria, o que você trouxe?
-Um band-aid professora...
-Quem te deu ele?
-Meu pai.
-Ele te falou pra que serve?
-É pra fechar cortes.
-Muito bem! Paulinho, o que você trouxe?
-Merthiolate, professora.
-Quem te deu ele?
-Minha tia.
-Ela te falou pra que serve?
-Sim, ela disse que é pra limpar os ferimentos.
-Muito bem! Joãozinho, o que você trouxe?
-Um balão de oxigênio, professora.
-Quem te deu ele?
-Minha avó.
-Ela te disse pra que serve?
-Bom..., quando eu peguei ela começou a gritar: "Devolve, devolve, devol....."

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A mãe ralhava com o garoto:
- Juquinha, tira o dedo do nariz!
Dois minutos depois:
- Juquinha, tira o dedo do nariz do seu avô!
Logo depois:
- Juquinha, se você não tirar o dedo do nariz do seu avô, eu fecho o caixão e tiro você do velório!

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Aquela família de sádicos estava passeando de carro quando de repente um cachorro cruza a pista.
- Mata pai, mata pai! - gritam as crianças alvoroçadas.
Póófff! E o cachorro é esmagado pelas rodas do carro.
- Urra! - gritam as crianças.
Um pouco mais adiante é uma velhinha que tenta atravessar a rua.
- Mata pai, mata pai! - gritam as crianças alvoroçadas!
Póófff! E os cacos da velhinha se esparramam pelo asfalto.
- Urra! - gritam as crianças.
Um pouco mais adiante o carro derrapa numa curva e uma das portas dianteiras se abre, a mãe é atirada para fora e rola em um despenhadeiro.
- Urra! - gritam as crianças, menos uma que começa a chorar.
- O que foi, meu filho? - pergunta o pai.
- A mamãe... - balbucia ele, entre soluços.
- Você está triste por que a mamãe morreu?
- Não... É que eu não vi ela cair!

Um comentário:

Don Caco disse...

hahaha to rachando de rir com a do Boquete